Uma boa palestra faz mais do que entregar conteúdo. Ela muda o jeito de enxergar a pergunta.
As organizações raramente precisam de mais uma apresentação cheia de informação.
Informação está em todo lugar.
O que a plateia costuma precisar é de algo mais difícil:
uma nova forma de entender um problema conhecido,
uma pergunta que ninguém tinha considerado,
uma conexão entre ideias antes tratadas separadamente,
um framework que organize a complexidade,
ou linguagem para algo que já se vivia sem conseguir articular.
É esse o papel que Cristiane busca criar nas suas palestras.
Cada trabalho começa pelo cliente, e não por uma apresentação pronta.
O que está acontecendo na organização?
Quem vai estar na sala?
Que conversas já estão em curso?
Que desafio a organização está tentando enfrentar?
O que as pessoas devem entender de outro jeito depois da palestra?
O que deve permanecer com elas depois que o evento acabar?
São essas perguntas que dão forma à apresentação.
Cristiane pode partir de áreas consolidadas do seu trabalho — liderança, estratégia, cultura, ciências do comportamento, Psicologia Social, neurociência, desenvolvimento humano e transformação organizacional —, mas a forma como essas ideias são selecionadas, conectadas e apresentadas é desenhada para aquela plateia e aquele propósito.
Customizar não é simplesmente trocar exemplos ou colocar a logo do cliente em slides existentes.
É entender o contexto antes de decidir o que merece ser dito.
A plateia não é receptora passiva
Cristiane trata a palestra como experiência de aprendizagem, e não como simples transferência de informação.
Uma palestra pode informar.
Pode também questionar premissas.
Criar conexões.
Gerar perguntas.
Apresentar frameworks.
Convidar à auto-observação.
Criar linguagem comum.
E abrir conversas que continuam depois que a palestrante sai da sala.
Por isso, as apresentações podem incorporar perguntas, reflexão, interação com a plateia, casos, exemplos organizacionais, ciência do comportamento, pesquisa e frameworks práticos, conforme o objetivo e o formato do evento.
A meta não é participação pela participação.
É engajamento cognitivo.
As pessoas tendem a lembrar e a usar uma ideia quando conectaram essa ideia ativamente à própria experiência.
A inspiração tem valor.
Mas inspiração sem compreensão costuma ser temporária.
As apresentações da Cristiane buscam conectar três níveis:
Compreensão
O que a pesquisa e o conhecimento acumulado ajudam a entender sobre este assunto?
Reflexão
Que premissas, comportamentos, práticas ou padrões organizacionais a plateia deveria reconsiderar?
Aplicação
O que pessoas ou organizações podem fazer diferente depois de entender a questão por outra perspectiva?
O equilíbrio adequado depende da plateia.
Um congresso executivo pode exigir mais profundidade estratégica.
Um evento de liderança pode enfatizar comportamento e tomada de decisão.
Um evento de transformação cultural pode precisar de linguagem comum e reflexão organizacional.
Uma plateia universitária pode se beneficiar de fundamentos conceituais mais fortes e de questionamento crítico.
Uma associação profissional pode precisar de pesquisa traduzida para a realidade do seu setor.
O conteúdo muda porque o propósito muda.
Temas de palestra
Os temas da Cristiane nascem do cruzamento entre a sua formação acadêmica, a sua experiência profissional, os seus interesses de pesquisa e o seu trabalho organizacional.
Os assuntos podem incluir:
Liderança
- Liderança em ambientes complexos
- Autoconhecimento e liderança
- A transição de gestão para liderança
- Comportamento de liderança e impacto organizacional
- Tomada de decisão sob complexidade
- Liderança e responsabilidade
- Liderança Fraterna
- Mulheres e liderança
- Liderança entre culturas
Cultura organizacional
- Cultura como sistema organizacional
- A distância entre valores declarados e valores vividos
- A liderança como força cultural
- Segurança psicológica e aprendizagem organizacional
- Cultura em momentos de crescimento e transformação
- Valores, comportamento e coerência organizacional
Estratégia e execução
- Por que a estratégia falha na execução
- Clareza estratégica em ambientes complexos
- Da intenção estratégica ao comportamento organizacional
- A dimensão humana da estratégia
- Tomada de decisão e prioridades estratégicas
- Alinhamento entre estratégia, pessoas, cultura e execução
Ciências do comportamento
- Padrões de comportamento no trabalho
- Autoconhecimento e desenvolvimento profissional
- DISC e MBTI como frameworks de desenvolvimento
- Vieses, premissas e tomada de decisão
- Psicologia Social nas organizações
- Dinâmica de grupos e comportamento coletivo
Neurociência e desenvolvimento humano
- Aprendizagem e mudança de comportamento
- Neuroplasticidade e desenvolvimento
- Atenção, tomada de decisão e desempenho
- Os limites da neurociência simplista na gestão
- Como experiência, ambiente e comportamento interagem no desenvolvimento
Transformação organizacional
- Liderar em meio à mudança
- Resistência e comportamento organizacional
- Cultura durante a transformação
- O lado humano da reestruturação
- Construir capacidade organizacional para a mudança
Estas são áreas de expertise, não um catálogo fixo de palestras.
O tema final, a estrutura, a ênfase, os exemplos e a profundidade são definidos conforme a necessidade do cliente.
O processo
Contexto e objetivos
Todo trabalho começa por uma conversa.
Antes de desenvolver a palestra, Cristiane busca entender o evento e o contexto organizacional ao redor dele.
As perguntas podem incluir:
Por que este evento acontece agora?
Quem vai estar na plateia?
O que os participantes já sabem sobre o assunto?
Que desafio é particularmente relevante para eles?
Que conversas antecederam o evento?
O que a palestra deve acrescentar?
O que tornaria a apresentação genuinamente útil?
Entendimento da plateia e da organização
Cristiane estuda a plateia, o ambiente organizacional, o contexto do setor e os desafios relevantes, conforme o escopo do trabalho.
Em eventos corporativos, isso pode incluir conversas com líderes ou organizadores e informações selecionadas sobre a organização.
Em congressos ou associações, pode envolver entender o setor, o perfil profissional e o contexto mais amplo da plateia.
A profundidade da pesquisa é calibrada pelo trabalho contratado.
Arquitetura de conteúdo
Cristiane desenvolve a estrutura intelectual da apresentação.
Pesquisa relevante, frameworks, casos, perguntas, conceitos e exemplos são selecionados conforme a plateia e os objetivos.
Áreas de expertise e frameworks intelectuais existentes podem ser incorporados, mas a arquitetura da apresentação é adaptada àquele trabalho específico.
O objetivo é coerência, não volume.
Cada elemento importante deve contribuir para a ideia central da palestra.
Desenho da experiência
O formato da apresentação é desenhado conforme a plateia e o ambiente.
Conforme o evento, pode incluir:
- storytelling
- pesquisa
- casos organizacionais
- perguntas de reflexão
- interação com a plateia
- frameworks conceituais
- exercícios comportamentais
- perguntas provocativas
- aplicações práticas
Entrega
Cristiane apresenta a palestra em coordenação com a equipe do evento e no formato acordado.
A apresentação pode acontecer em português, inglês ou espanhol, adaptada a ambientes presenciais, virtuais, executivos, corporativos, acadêmicos ou de congresso.
Integração
Quando apropriado, a palestra pode se conectar a uma iniciativa organizacional mais ampla.
Isso pode incluir:
- devolutiva com a liderança
- discussão executiva
- reflexão facilitada
- workshop
- programa de desenvolvimento de liderança
- iniciativa de cultura
- processo de planejamento estratégico
- materiais de aprendizagem para depois do evento
A palestra pode existir sozinha.
Mas quando a organização quer mudança comportamental ou organizacional, ela também pode ser o começo de uma conversa mais profunda.
Diferenciais de Cristiane Barreto
Cristiane reúne profundidade acadêmica, experiência organizacional e a capacidade de traduzir ideias complexas em conversas que fazem sentido para plateias diferentes.
Há mais de 20 anos, ela trabalha com profissionais, líderes e organizações de setores e contextos organizacionais diversos.
A sua formação acadêmica e profissional inclui Psicologia Social, administração, estratégia, liderança, cultura organizacional, ciências do comportamento, neurociência e dinâmica de grupos.
Essa perspectiva multidisciplinar permite abordar um assunto por mais de um ângulo.
Uma conversa sobre liderança pode envolver comportamento.
Mas pode envolver também cultura, estrutura, estratégia, relações, cognição, poder, contexto e expectativas organizacionais.
Uma conversa sobre estratégia pode envolver escolhas competitivas.
Mas também exige que as pessoas interpretem, comuniquem, priorizem e executem essas escolhas.
Uma conversa sobre cultura envolve valores.
Mas a cultura também se expressa em decisões, comportamento da liderança, incentivos, rotinas e no que a organização repetidamente tolera ou reforça.
As palestras da Cristiane conectam essas dimensões.
O objetivo não é simplificar a complexidade até ela virar superficialidade.
É tornar a complexidade compreensível o bastante para que as pessoas pensem sobre ela de outro jeito.
Mais de 20 anos de experiência organizacional
Mais de duas décadas trabalhando diretamente com profissionais, executivos, times e organizações.
Perspectiva acadêmica + organizacional
A combinação de fundamentos acadêmicos e experiência prática permite traduzir a pesquisa para as realidades que líderes e times encontram no trabalho.
Sob medida para o cliente
A plateia, o contexto, o desafio e o resultado desejado moldam a apresentação. A customização faz parte da metodologia, não é um adicional opcional.
Experiência internacional em palestras
A experiência inclui a ONU, a University of Central Florida, o One World Trade Center, universidades, associações profissionais, fóruns de liderança e eventos corporativos nos Estados Unidos, no Brasil e internacionalmente.
Conteúdo multidisciplinar
As palestras podem integrar estratégia, liderança, Psicologia Social, cultura organizacional, ciências do comportamento, neurociência, dinâmica de grupos e desenvolvimento humano, conforme o assunto.
Atendimento em EN | PT | ES
As apresentações podem acontecer em inglês, português e espanhol, com o conteúdo adaptado à plateia, e não simplesmente traduzido ao pé da letra.
Fundamentos intelectuais
A metodologia de palestras da Cristiane é informada por pesquisa e pensamento consolidados em liderança, comportamento organizacional, estratégia, aprendizagem, psicologia e mudança organizacional.
Amy Edmondson — Harvard Business School
Segurança psicológica, aprendizagem organizacional, teaming, a capacidade de se posicionar e as condições que permitem às pessoas aprender e dialogar produtivamente.
O trabalho dela é particularmente relevante quando a palestra trata de liderança, times, aprendizagem e cultura organizacional.
Herminia Ibarra — London Business School / produção acadêmica ligada a Harvard
Transições de liderança, identidade profissional, aprendizagem pela ação, redes e o processo pelo qual as pessoas desenvolvem novas formas de se entender profissionalmente.
O trabalho dela reforça a importância de conectar reflexão com experimentação e ação.
John Kotter — Harvard Business School
Transformação organizacional, liderança, senso de urgência, alinhamento e as dinâmicas envolvidas em mobilizar pessoas em torno de uma mudança relevante.
Michael Porter — Harvard Business School
Estratégia, posicionamento competitivo, trade-offs, geração de valor e a importância de escolhas organizacionais coerentes.
Robert Kaplan — Harvard Business School
Execução da estratégia, alinhamento organizacional, sistemas de desempenho e a tradução de prioridades estratégicas em ação organizacional.
Edgar Schein — MIT Sloan
Cultura organizacional, liderança, premissas, processos interpessoais e o papel da investigação na aprendizagem organizacional.
Chris Argyris — Harvard Business School
Aprendizagem organizacional, rotinas defensivas, raciocínio e a distinção entre o que as pessoas dizem acreditar e o que o comportamento delas revela na prática.
Albert Bandura — Stanford University
Aprendizagem social, autoeficácia, agência e a interação entre comportamento individual, cognição e ambiente.
O trabalho dele contribui para entender por que aprender envolve mais do que simplesmente receber informação.
David Kolb
Aprendizagem experiencial e a relação entre experiência, reflexão, compreensão conceitual e experimentação.
Essa perspectiva é particularmente relevante quando as apresentações se conectam a workshops ou a programas mais amplos de desenvolvimento.
O framework dos Cinco Eixos
O framework proprietário dos Cinco Eixos oferece uma estrutura adicional para conectar o conteúdo da palestra à realidade organizacional:
- Identidade
- O que nos define, e que premissas ou princípios influenciam a forma como pensamos e agimos?
- Posicionamento
- Que escolhas determinam onde e como geramos valor?
- Pessoas
- Como liderança, comportamento, relações e cultura afetam a capacidade organizacional?
- Operações
- Como as ideias se traduzem em decisões, processos e comportamento cotidiano?
- Resultados
- Que evidência nos diz se as nossas intenções estão produzindo resultados relevantes?
Entre todas essas perspectivas, o princípio central permanece o mesmo:
Uma palestra não deve dizer às pessoas o que pensar.
Deve oferecer conhecimento, evidência, perguntas e perspectivas que as ajudem a pensar melhor.